‘Aldeia segura’ avança em dois concelhos do distrito de Braga

Os municípios de  Vieira do Minho e Cabeceiras de Basto deverão ser os primeiros do distrito de Braga a implementar os programas Aldeia segura e Pessoas seguras.

A convicção foi avançada ontem pelo comandante distrital de Operações de Socorro (CODIS), Hermenegildo Abreu, na sessão distrital de apresentação dos dois programas que decorreu em Braga.
O CODIS anunciou que já há freguesias para avançar com os programas, a título piloto no distrito onde a tutela já sinalizou 55 freguesias como de risco prioritário de incêndio.

O tempo urge, não só pela aproximaçao do Verão, mas porque o Comando Distrital de Operações de Socorro se propõe fazer pontos de situação quinzenais no que toca à implementação destes programas, nomeadamente os aglomerados populacionais envolvidos; os oficiais de segurança designados; o número de planos de evacuação implementados e os exercícios e simulacros executados, bem como o número de Unidades Locais de Protecção Civil (ULPC) constituídas.

Prazos que levaram o coordenador do Serviço Municipal de Protecção Civil de Braga, Vítor Azevedo, a afirmar que o programa já deveria ter comunicado mais cedo.

Os municípios e juntas de freguesia do distrito de Braga foram ontem sensibilizados para a implementação dos programas Aldeia segura e Pessoas seguras que mais não visam do que reforçar a segurança dos aglomerados populacionais em caso de incêndio florestal ou de outra catástrofe.
Os programas criados pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 157-A/2017 foram ontem apresentados numa sessão que decorreu em Braga, no Museu D. Diogo de Sousa, por iniciativa do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS).

Cabe aos municípios e juntas de freguesia implementar os protocolos, tal como prevê o protocolo assinado entre a Autoridade Nacional de Protecção Civil, a Associação Nacional de Municípios Portugueses e a Associação Nacional de Freguesias, pelo que eles foram os principais destinatários da sessão que juntou, também, as entidades com responsabilidades na prevenção e combate aos incêndios florestais, como a GNR e a PSP.
O comandante distrital de Operações de Socorro (CODIS), Hermenegildo Abreu, explicou que o objectivo é contribuir para a salvaguarda de pessoas e bens e, neste contexto, apoiar o poder local na promoção de maior segurança.
A identificação dos aglomerados mais críticos, a implementação de avisos à população e e sinalização de locais de abrigo são algumas medidas preconizadas pelos dois programas que exigem planos de evacuaçao.

in Correio do Minho

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